Vida e Obra de Ellen Gould White na Visão Adventista do Sétimo Dia

Infância de Ellen White Infância de Ellen G. White Aos 26 de Novembro de 1827, em Gorham, Estados Unidos, foram nascidas Elizabeth e Ellen Harmon. Seus pais, Roberto e Eunice Harmon já desde a infância eram membros da igreja Metodista Episcopal, foram destacados pelos quarenta anos de serviço na ceara de Cristo. Ainda em sua infância seus pais mudaram-se de Gorham para Portland. Certa vez, ela, sua irmã gêmea e uma colega estavam caminhando pela praça da cidade quando uma menina enfurecida vinha na direção delas com uma pedra mão. Seus pais as havia ensinado que nunca deviam brigar, mas sempre que corressem risco de serem maltratadas ou feridas, deviam fugir para casa. Elas fizeram isso, mas a menina corria atrás delas, num momento ela olhou para trás para ver a que distância se achava ela, e ao fazê-lo, a menina acertou-lhe com a pedra no rariz e ela caiu ao chão desmaiada. Quando ela despertou achou-se na loja de um comerciante, suas roupas estavam sujas com sangue, mas ela desconhecendo sua fraqueza preferiu ir à pé. Ela foi para casa com a ajuda da irmã e da colega. Estando em casa entrou num estado de inconsciência por três semanas. As pessoas achavam que ela morreria porque o ferimento era muito grave, que uma senhora bem intencionada queria comprar um vestido para o seu sepultamento. Mas sua mãe tinha a certeza de que ela viveria. Ao despertar, julgou que estivera dormindo, ela ouviu os visitantes dizer: “que pena”, “eu não a conhecia”. Ela pediu um espelho e ao olhar-se ficou deprimida, seu rosto estava desfigurado, os ossos do nariz haviam-se fraturado. Ela viu que carregaria isso por toda a vida, ela não podia ser feliz e não queria viver mais. Mas ela tinha medo de morrer sem estar preparada para se encontrar com o Senhor. Os visitantes aconselhavam seus pais a processar os pais de menina que a fez isso, mas sua mãe em atitude pacífica dizia que se esta ação mudasse as coisas, então algo seria ganho, mas como nada mudaria, o melhor seria não fazer inimigos por seguir este conselho. Os médicos achavam que um foi de prata podia ser usado para restaurar o nariz, mas seus pais rejeitaram. Ela havia perdido muito sangue, por isso sua recuperação era duvidosa, as pessoas pensavam que ela não poderia viver mais por muito tempo, ela estava tão magra que parecia um esqueleto. Como ela pensou que morreria, começou a orar muito para se preparar para a morte. Desejou tornar-se cristã e procurou o perdão dos seus pecados. Quando ela recuperou as forças e quis brincar com as outras crianças, as outras crianças afastaram-se dela por causa do seu aspecto. No momento do acidente seu pai estava na Geórgia. Ao chegar em casa não reconhceu sua filha, isso feriu profundamente os sentimentos de Ellen, mas ela procurou mostrar-se animada. Ela passou por sofrimentos e rejeições, lutas interiores e a ignorância das pessoas. Isso fez com que ela não se identificasse com nada neste mundo e julgasse como sem valor as coisas deste mundo. Na sua angústia clamou ao Senhor e foi consolada, teve certeza de que Jesus a amava e a aceitava como era. Por muito tempo ela não respirou pelas fossas nazais e frequentou um pouco a escola. Não conseguia memorizar quase nada. Sua professora encarregou a menina que lhe feriu de ajudar-lhe na escrita e em outras matérias, ela estava arrependida, era meiga e paciente, mostrava-se triste quando via Ellen lutando em suas desvantagens. Ela não aprendeu muito, suas mãos tremiam muito e não fez progresso na escrita, não conseguia concentrar-se nos estudos, suava muito, tinha uma terrível tosse e seu organismo estava debilitado. Foi aconselhada pelas professoras a não prosseguir com os estudos senão quando melhorasse. Três anos depois ela quis estudar, mas não conseguiu. Nesta altura ela tinha 12 anos de idade. Ela se frustrou por não poder realizar seu sonho de estudar e se formar, murmurou contra Deus por permitir que ela passasse por isso, mas preferiu não contar a ninguém seus sentimentos, já não confiava no Salvador como em sua doença, não via alegria nas coisas deste mundo e o Céu parecia-lhe fechado. Conversão de Ellen G. White Em Março de 1841, Guilherme Miller visitou Portland e fez uma série de pregações sobre a segunda vinda de Cristo, as ruas estavam sempre cheias, todo mundo queria ouvir o pregador eloquente. Muitos levavam suas refeições porque ficavam lá o dia inteiro. Ellen e suas amigas assistiram essas reuniões, Guilherme Miller apresentava as profecias com precisão que convencia os corações. Ele falava sobre os períodos proféticos e apresentava as provas que confirmavam seus pontos de vista. Quando Miller fazia seus poderosos apelos a multidão ficava assustada. Centenas de pessoas foram em frente buscando auxíliu. Ellen também colocou-se em pé e foi em frente. Mas ela achava que jamais poderia tornar-se filha de Deus. Ela tinha uma auto-estima baixa e não conseguia buscar auxíliu de suas amigas cristãs. Certa vez ela e Roberto, seu irmão, assistiram uma impressionante palestra sobre o vindouro reino de Cristo, seguido de um apelo para se prepararem para a vinda do Senhor e o Juízo. Ficaram fixas em suas mentes as palavras: “O grande dia do Senhor está perto” (Sofonias 1:14) ”Quem subsistirá quando Ele aparecer” (Malaquias 3:2). Seu irmão dizia: “Poupa-me, ó Senhor, através da noite! Não me leves em meus pecados, tem piedade de mim; salva-me”. Pela primeira vez ela contou seus sentimentos a Roberto, seu irmão mais velho de dois anos, e lhe perguntou se ele achava que Deus a pouparia nesta noite se ela O busca-se em oração. Ele respondeu: “Penso que Ele o fará, se você buscá-Lo com fé, e eu orarei por você. Ellen, nunca devemos nos esquecer as palavras que ouvimos esta noite”. Chegando em casa ela se apressou a entrar em seu aposento e passou a maior parte da noite orando. Ela escondia seus sentimentos porque receava ouvir palavras desencorajadoras, sua esperança era tão pequena e sua fé tão fraca, ela desejava que alguém a dissesse que podia se salvar e que passos dar para encontrar o Senhor e entregar-se inteiramente a Ele. Achou que ser cristã era algo elevadíssimo e que isso requeria grande esforço de sua parte. Ela e sua família eram metodistas, mas também assistiamas reuniões de Miller. Certa vez sua família foi assistir as reuniões campais da igreja Metodista em Buxton, ela desejou buscar o Senhor ali e se possível, alcançar o perdão dos pecados. Ficou animada ao ouvir o sermão sobre estas palavras: “Irei ter com o rei, ... e, perecendo, pereço” (Ester 4:16). O orador falou daqueles que ansiavam se salvar dos seus pecados e por causa da timidez e receio de fracasso, ficaram em dúvida e escravidão. Ele aconselhou tais pessoas a se entregarem a Deus, pois encontrariam um compassivo Salvador, pronto para lhes apresentar o cetro de Sua misericórdia, assim como Assuero apresentou o sinal de seu favor. Os que procurassem primeiro remediar suas faltas para se tornarem dignos de ser filhos de Deus estavam cometendo um erro. Unicamente Jesus purifica do pecado, apenas Ele pode nos perdoar das nossas iniquidades. Toda confiança própria é vã, unicamente ligando-se a Jesus pela fé, que o pecador se pode tornar filho de Deus, cheio de esperança. Estas palavras consolaram Ellen, e deram-lhe uma visão do que devia fazer, as trevas começaram a dissipar-se de seu espírito, fervorosamente buscou o perdão dos seus pecados e esforçou-se por entregar-se inteiramente a Deus. Por não sentir uma elevação dos sentidos e por não sentir nada julgava que não fora aceita por Deus. Sua linguagem era: “Auxlia-me, Jesus; salva-me, eu pereço! Não sessarei de rogar enquanto minha oração não for atendida e meus pecados não forem perdoados”. Enquanto se achava de joelho em oração, viu-se livre de seus pesos e pela fé contemplou Jesus bem próximo dela, sentiu que Jesus a compreendia e dela se compadecia. Naquele curto período de tempo em que ficou prostrada em oração, aprendeu muito sobre o divino carácter de Jesus. Uma senhora aproximou-se dela e disse: “Querida filha, você achou Jesus?” Quando ela quis responder “sim”, a senhora exclamou: “Verdadeiramente você O achou; Sua paz está com você, eu a vejo em seu rosto!” Após algum tempo, ela desejou ser batizada por imersão, mas o pastor falou-lhe que não havia problema em ser batizada por aspersão, pois é a mesma coisa, mas sua fé nas Escrituras a fizera insitir no batismo por imersão, e assim ela foi batizada na igreja Metodista aos 26 de Junho de 1842. Deixando a Igreja Metodista Sua família frequentava a igreja Metodista e as reuniões de estudo realiazadas nas casas particulares. Numa das reuniões seu irmão Roberto deu um tesmunho poderoso, ela também testemunhou de suas lutas e da bênção que alcançou, ela também expressou sua alegria nas boa-novas da breve volta de Jesus para levar-nos ao lar. Mas ficou decepcionada. Os irmãos metodistas moviam suas cadeiras ruidosamente e voltavam-lhe as costas. Num curto espaço de tempo ela repreendeu o procedimento dos irmãos por não saber o que fez que os ofendeu. O pastor perguntou-lhe se não seria mais agradável ter uma vida longa de utilidade fazendo o bem aos outros, do que vir imediatamente Jesus e destruir os pobres pecadores. Ela replicou que desejava a vinda de Jesus, nela teria fim o pecado e desfrutaríamos para sempre a santificação, sem Satanás para nos tentar e transviar. Ele perguntou se não seria melhor morrer em paz, do que passar pela dor de ser transformada, ainda viva, da mortalidade para a imortalidade. Ela respondeu que desejava que Jesus viesse e levasse Seus filhos ao lar; ela falou que estava disposta a viver ou morrer conforme Deus desejasse e que suportaria com facilidade a dor que dura só um momento, e ela seria transformada. Muitos dos que estavam presentes começaram a ficar incomodados. O pastor dirigiu-se à classe e com uma expressão de grande alegria por estar à espera do milênio temporal, quando “a terra se encherá da glória do conhecimento do Senhor, como as águas do mar” (Isaías 11:19). Ela e seu irmão voltaram para casa e viram que os irmãos que antes eram amáveis com eles agora tratavam-nos com desprezo. Mas se alegraram porque esta luz brilhou sobe eles. Não muito tempo depois, em outra reunião, ela relatou sobre a santificação do Espírito e seu amor por Jesus para se poder encontrar com o Senhor. Mas foi interrompida pelo dirigente, dizendo-a: “Você recebeu a santificação pelo metodismo, pelo metodismo, irmã, não por uma teoria errônea”. Ela confessou que não fora pelo metodismo que recebera a nova bênção, mas pelas verdades estimuladoras relativas ao aparrecimento pessoal de Jesus. Por meio delas encontrara paz, alegria e perfeito amor. Este foi o último testemunho deles nas reuniões de estudos com seus irmãos metodistas. Nesta época, os adventistas mantinham reuniões no Beelhoven Hall. Toda sua família as frequentava com regularidade. Cria-se que Jesus voltaria em 1843. O tempo era curto, por isso ela fez de tudo para salvar pecadores. Chegou o ano 1843 e Jesus não voltou. Reestudou-se a profecia e viu-se que a data correta era 1844. Esta data chegou e novamente Jesus não voltou. Eles enfrentaram a decepção conhecida como o “Grande Desapontamento”, como também a zombaria dos que haviam renunciado sua fé no advento e das demais denominações. Miller já era velho, mais tarde morreu. Alguns irmãos e Ellen analisaram as teorias de Miller e viram que o erro estava na idéia popular de que a terra é o santuário e da conclusão de que a purificação do santuário de Daniel 8:14 consistia ma purificação da terra pelos fogos na volta de Cristo, mas a data estava correta. Descobriram que o santuário a ser purificado era o celestial e que em 1844, em vez de Cristo voltar à terra, saiu do lugar santo para o santíssimo do santuário do Céu. O Início do Ministério de Ellen G. White Em Dezembro de 1844, após o desapontamento de 22 de Outubro, na idade de 17 anos, ela teve sua primeira visão, na qual viu o povo do advento caminhando para a cidade celestial (Primeiros Escritos, pág. 3846). A segunda visão relacionava-se às visões de Croizer sobre o desapontamento de 22 de Outubro, conhecida como a “visão do Noivo”, em Fevereiro de 1845. Depois recebeu outra visão onde ela viu a nova terra. Ela tinha receio de que seu dom fosse rejeitado, por isso não contou a toda comunidade milerita, até que, durante uma reunião na casa de seus pais ela recebeu o que considerou como sendo a confirmação sobrenatural de seu ministério: “Enquanto orávamos, a densa escuridão que me envolvia foi dispersa, uma luz brilhante, como uma bola de fogo, veio em minha direção. Senti como se ela estivesse sobre mim e então minhas forças foram tomadas. Eu parecia estar na presença de Jesus e dos anjos. Novamente foi dito: Torne conhecido a outros o que lhe revelei” (Dons Espirituais, vol. 2, pág. 7). Depois desta visão ela começou a partilhar suas visões. Dois mileritas afirmaram ter visões antes de Ellen White – Willian Ellis Foy e Hazen Foss. Nós adventistas cremos que o dom oferecido anteriormente a estes dois homens foi transferido a Ellen White, por eles o haverem rejeitado tendo em vista a responsabilidade, o trabalho e as dificuldades que enfrentaruam ao se tornarem mensageiros da Palavra do Senhor. Casamento e Família da Ellem G. White Em 1845 Ellen conheceu Tiago Springes White, um milerita que se convenceu de que suas visões eram genuínas. Um ano mais tarde, Tiago a pediu em casamento, e em 30 de Agosto de 1846 eles se casaram perante um juíz de paz em Portland. Tiago e Ellen tiveram quatro filhos, todos homens: Henry Nichols, nascido aos 26 de Agosto de 1847; James Edson, nascido aos 28 de Julho de 1849; Willian Clarence, nascido aos 29 de Agosto de 1854 e John Hebert, nascido aos 20 de Setembro de 1860. Unicamente Edson e Willian viveram até a idade adulta. John morreu de erisipela (doença infecciosa da pele e do tecido subcutâneo), aos três meses de idade, e Henry faleceu de pneumonia (inflamação do parênquima pulmonar) aos 16 anos em 1863. O Decorrer da Vida de Ellen G. White Ela descrevia suas visões como sendo envolvida por uma luz brilhante e estar na presença de Jesus e dos anjos que lhe mostravam eventos históricos, presentes e futuros, e lugares como a terra, o céu e os outros planetas. Ao findar as visões ela dizia que voltava para a escura terra. As transições de suas visões continham teologia, profecia, ou conselhos pessoais a indivíduos ou líderes adventistas. Um dos melhores exemplos de seus conselhos pessoais é encontrado nos nove volumes de Testemunhos para a Igreja. Seus escritos até hoje são usados para o desenvolvimento das políticas da igreja e leitura devocional. No dia 14 de Março, em Lovett Grove, Ohio, em um funeral, ela teve uma visão sobre o Grande Conflito, onde foi mostrado a guerra de sucessão americana, o surgimento do mederno espiritualismo, a supremacia dos Estados Unidos no mundo, entre outras profecias com pleno cumprimento. Neste dia, muitos decidiram guardar o sábado e unir-se a família da igreja. O Ministério Após a Morte de Seu Esposo Após 1882 a sra. White foi assistida de perto por amigos e associados. Contratou assistentes literários para a ajudarem no preparo de seus escritos para a publicação. Também trabalhou intimamente com a igreja. Ela viajou para a Europa em sua primeira viagem internacional. Após regressar, apoiou os jovens pastores Waggooner e Janes no desenvolvimento da doutrina da Justificação pela Fé. Alguns líderes em 1888 rejeitaram o seu conselho quanto a esta mensagem e, para evitar conflitos, ela foi enviada para a Austrália como missionária. Morte de Ellen G. White Aos 16 de Julho de 1915, aos 87 anos, em Santa Helena, faleceu a sra. White. Os Estados Unidos inteiros lamentou sua morte e foi noticiado em vários jornais locais. Foi sepultada em Oak Hill Cementery, em Batle Creek, Michigan, nos Estados Unidos. Suas últimas palavras foram: “Eu sei em Quem tenho crido” (2Timóteo 1:12). Obras Literárias de Ellen G. White Durante sua vida, ela escreveu à mão mais de 5.000 artigos e 40 livros. Na época de sua morte, as suas produções literárias somaram aproximadamente 100.000 páginas: 24 livros em circulação, 2 manuscritos de livros prontos para publicação, 5.000 artigos em periódicos da igreja, mais de 200 tratados e panfletos, aproximadamente 35.000 páginas datilografadas de documentos e cartas manuscritas, 2.000 cartas escritas à mão e diários, que resultaram quando copiados em outroas 15.000 páginas datilografadas. As compilações dos seus escritos feitos após sua morte totalizaram um número de mais de 130 livros. Hoje em dia, incluindo as compilações de seus manuscritos, mais de 150 livros estão disponíveis em inglês e cerca de 90 em português. Seus livros mais famosos são: Caminho a Cristo, O Desejado de Todas as Nações, O Grande Conflito, Patriarcas e aprofetas, Profetas e Reis, Atos dos Apostolos, Serviço Cristão e A Ciência do Bom Viver. Seu livro Caminho a Cristo já foi traduzido em mais de 165 idiomas. Isso fez deste livro uma das obras literárias mais traduzidas de todos os tempos e, consequentemente, de Ellen White uma das escritoras mais traduzidas na história da literatura mundial. Temática de Suas Obras Suas obras tratam de teologia, história, evangelização, vida cristã, educação e saúde (ela foi ativa defensora da reforma de saúde). Seus escritos são reformadores e mostram a mão de Deus guiando os cristãos ao longo da história. Nos seus escritos ela mostra claramente a existência de um conflito entre Cristo e Satanás. Ele é conhceido como o “Grande Conflito” e foi crucial para o desenvolvimento da teologia da nossa igreja. Posição de Ellen G. White Sobre seu Dom “Cedo em minha juventude foi-me perguntado muitas vezes: É você profetisa? Sempre tenho respondido: Sou a mensageira do Senhor. ... Reivindicar ser profeta é algo que jamais fiz. Se outros me chamam por esse nome, não discuto com eles. Mas minha obra abrange tantos aspectos que não posso chamar-me a mim mesma senão uma mensageira”. Posição da Igreja Adventista Sobre o Dom de Ellen White “As Escrituras revelam que um dos dons do Espírito é a profecia. Esse dom é uma característica da igreja remanescente e nós cremos que ele foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Seus escritos falam com autoridade profética e provêem consolo, orientação, instrução e correção para a igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência (Números 12:6; 2 Crônicas 20:20; Amós 3:7; Joel 2:28, 29; Atos 22:14-21; 2 Timóteo 3:16, 17; Hebreus1:1-3; Apocalipse 12:17; 19:10; 22:8, 9)” (Manual da Igreja, pág. 172). Os adventistas não veêm seus escritos como um acréscimo à Bíblia, mas como auxiliar na compreensão das Escrituras e uma luz menor cujo o objectivo principal é levar nossas mentes à Palavra de Deus como regra única de fé e prática. O Senhor é o dono da embarcação e deu-nos Sua Palavra como manual do navio, mas enviou também o Espírito de Profecia como piloto que auxilia na compreensão do manual. Por isso, ninguém deve dar maior ênfase ao instrumento do que ao manual ou ao dono da embracação, o Deus Todo-Poderoso. Amém. Referências Bibliográficas Testemunhos Para a Igreja, vol 1, pág. 14-113 Https://pt.wikipedia.org/wiki/Ellen_G._ White

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